É melhor ser realista, pessimista ou otimista?

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Pessoas pessimistas tendem a achar que os problemas que surgem estão intimamente ligados a elas próprias e que vão envolver todas as áreas da sua vida.

Já os otimistas tendem a acreditar que os problemas são externos a eles e que vão passar, mesmo que para isso precisem distorcer um pouco a realidade.

É melhor ser realista, pessimista ou otimista?

 

Embora, aparentemente, o realista pareça ser aquele que interpreta os fatos o mais próximo de como eles realmente são, pode ser mais útil para a vida ser otimista.
Isso porque, face uma adversidade, é o otimista quem tem maiores chances de não se deixar abater e de persistir no seu objetivo. A observação mostra que, na luta contra uma doença grave, por exemplo, ser otimista aumenta as chances de recuperação.
Portanto, ser otimista pode ser a forma mais “funcional” de todas!

E uma pessoa pode mudar de pessimista para realista e otimista, por exemplo?

Em geral, aos 7 anos já está estabelecido o padrão atributivo de ver o mundo (pessimista, realista ou otimista). O “filtro” com o qual a criança vai tender a interpretar o mundo vai depender do temperamento com o qual ela já nasce e também dos modelos que aprende baseado na aprendizagem com a família e o ambiente.

No entanto, é possível criar uma forma de pensar e interpretar os acontecimentos mais funcional e “otimista”, com a observação cuidadosa dos próprios pensamentos e com a mudança, orientada por um profissional competente, de alguns comportamentos.
Além disso, muitas vezes, o pessimismo esconde uma depressão não diagnosticada. Isso ocorre porque a depressão e outros estados alterados de ânimo, como a ansiedade excessiva, “turvam” a visão de mundo da pessoa afetada. É como se o indivíduo olhasse para o mundo através de um filtro “negro” que dá a tudo uma coloração cinza e negativa. Uma vez tratada a depressão, a pessoa volta a enxergar o mundo de uma forma mais próxima à da realidade e menos negativa!

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Juliana Garbayo

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Graduada em Medicina na Universidade Federal Fluminense (UFF). Cursou Residência Médica em Psiquiatria na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ-IPUB)


Postado em por Juliana Garbayo em Dicas

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